Top 10 no ranking mundial, brasileiros são destaques da Copa Brasil

Tema:windsurf
Autor: Redação 360 Graus
Data: 23/12/2013

A classe RS:X é relativamente nova no programa olímpico (ela entrou pela primeira vez nos Jogos de Pequim, em 2008), mas o Brasil já mostrou ser uma potência tanto no masculino quanto no feminino. Ricardo ‘Bimba’ Winick e Patrícia Freitas, representantes do país nos dois últimos Jogos Olímpicos ocupam a 2ª e a 7ª colocação respectivamente no ranking mundial e estarão em Niterói entre os dias 4 e 11 de janeiro para a disputa da Copa Brasil de Vela. O evento, organizado pela CBVela e pela Prefeitura de Niterói, será válido como Campeonato Brasileiro de Classes Olímpicas e reunirá ainda as classes Finn, Laser Radial, Laser Standard, 49er, 49er FX, 470 masculino e feminino e Nacra 17.

Patrícia tem apenas 23 anos, mas é uma velejadora bastante experiente. Aos 18 disputou a sua primeira Olimpíada em Pequim, na China, e aos 21 ganhou o ouro do Pan do México por antecipação. Hoje ela treina quase todos os dias na baía de Guanabara em busca da vaga nos Jogos do Rio 2016, quando contará com a vantagem de competir em casa.

Nas últimas competições que disputou, a carioca teve ótimos resultados e por isso está sendo apontada como uma das favoritas ao pódio. Mas a pressão não a atrapalha, ao contrário, a incentiva:

“A pressão e a expectativa aumentam, mas acho que isso é normal e faz parte do crescimento do atleta no esporte. Saber lidar com questões psicológicas pode ser uma grande vantagem quando a pressão aperta. Acho que, estando consciente de que meu trabalho está sendo feito de maneira séria e comprometida, não preciso me preocupar, os resultados são consequência disso”, diz ela.

Já Bimba sabe que é o cara a ser batido. Ele é o número 1 do Brasil desde 1997 e a cada ano sente mais a pressão:

“A tendência é ficar cada vez mais difícil pra mim. Como tenho vencido todas as pré-olímpicas há 17 anos, as pessoas acham que eu tenho que ganhar sempre. Mas o que acontece hoje em dia é que eu tenho 33 anos e estou competindo contra meninos de 18, 20 anos”, diz Bimba, que tenta ir para a sua quinta Olimpíada.

Apesar de morar e treinar em Búzios, onde tem recebido diversos atletas internacionais nos últimos anos, a raia do Rio de Janeiro o agrada bastante.

“A raia da baía de Guanabara é excelente, bastante técnica. As últimas duas competições que fizemos em fevereiro e em agosto velejamos com todo tipo de vento, com dias de sol e chuva”, completa ele.

Cobertura do evento – A Copa Brasil de Vela terá como sede a praia de São Francisco. Enquanto as regatas são disputadas na baía de Guanabara, quem estiver na areia não ficará parado. Haverá provas de canoagem, remo e Stand Up Paddle, além de uma programação musical na vila da regata. Haverá bote disponível para os jornalistas que quiserem ir para a água cobrir o evento. Para isto, basta enviar um email para imprensa@cbvela.org.br ou mari@peccicom.com.

Até 2016 a cidade de Niterói e a baía de Guanabara serão palco da Copa Brasil de Vela. A partir de 2017 o evento passa a rodar o país.





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